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Historiador transforma banca de revista em livraria de temas amazônicos

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Em 2006, o historiador Joaquim Melo comprou a única banca de revistas e jornais do Largo de São Sebastião, ao lado do Teatro Amazonas, no exato momento em que essa modalidade de comércio desaparecia das ruas.

Melo fez o negócio para transformar a revistaria em sebão ou livraria, mas manteve o nome do estabelecimento já consagrado pelos clientes: Banca do Largo.

Ele explicou que, depois de observar a demanda dos leitores, transformou a revistaria em livraria especializada em temas amazônicos.

Primeiro, ele colocou todo o seu acervo à venda, livros e documentos relativos à História da Amazônia.

Esses títulos, muitos dos quais já estão em outras mãos, foram adquiridos para a sua formação em História da Amazônia. Melo é Mestre em História pela Ufam.

Os títulos, todavia, se renovam a cada dia, porque ele faz compras nas editoras, entre as quais, Editora Valer, com mais de 1.500 títulos sobre a Amazônia.

“Recebo aqui clientes da Europa, dos Estados Unidos s outros lugares do mundo mundo”, disse.

O Teatro Amazonas e o seu entorno, onde também se localiza a Igreja de São Sebastião, o Palácio da Justiça e o casario do período da borracha, são visitados por centenas de turistas diariamente.

Essa quadra arquitetônica foi construída entre o final do século 19 e o começo do século passado.

Conhecedor do caminho dos livros, Melo também recebe encomenda de livros raros. “Os que não tenho aqui, procuro em outras fontes. O importante é atender ao cliente”, comentou.

Para incentivar a leitura, Melo faz parcerias com editoras, autores e ongs na realização de atividades culturais, como lançamentos de livros e palestras.

No ano passado, entre os que lançaram livros na Livraria Banca do Largo estão Milton Hatoum, Eliane Brum, Aílton Krenak e Noemia Kazue Ishikawa.

Os autógrafos sempre são precedidos de interação entre autores e leitores por meio de palestras.

Depois de 14 anos como dono da Banca do Largo, Melo avalia: “Não me arrependo do negócio. Afinal, eu gosto de livros”, disse.

Confira a entrevista em vídeo.

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2 Comentários
  1. Ana helena Diz

    Amei saber dessa banca. Dá próxima vez que fôr a Manaus vou conhecer a Banca do Lago.

    1. Wilson Nogueira Diz

      O nome correto é Banca do Largo. Já foi corrigido na matéria. Nosso pedido de desculpa. abraços.

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