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Jornalista Andreia Salles estreia na literatura com A gôndola vermelha

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O romance de estreia da jornalista Andreia Salles, A gôndola vermelha, vai ser lançado na próxima sexta-feira e disponibilizado na rede de livrarias virtuas Amazon..com, Estante Virtual, Livrariacultura.com, Apple, Google Play, Americanas.com, Clube de Autores, Mercadolivre.com, Submarino e Rakuten Kobo.

A obra conta com todos os elementos de uma boa trama, na linha tradicional das estórias trágicas de época: personagens fortes, drama, tensão e muita paixão.

A autora é uma apaixonada por Veneza e suas histórias. Por isso, sua escrita ficcional está entremeada de cenários assentados na arquitetura e no cotidiano de uma Veneza do passo e do presente. 

Em paralelo às atividades como profissional de comunicação corporativa, que exerce desde 1993, ela estuda a vida e a sociedade dos tempos da República Sereníssima de Veneza (697-1797), quando os Doges comandavam a política e a economia da região.

Apontada como um dos 350 profissionais de Public Relations mais influentes do mundo, pelo PRWeek Powerful Book, por dois anos consecutivos, em 2016 e 2017, a jornalista e empresária, que é pós-graduada em Jornalismo Digital pela ISE/IICS (Universidad de Navarra/Harvard School of Business), coleciona viagens pela cidade e escreve seu primeiro romance, baseado em tudo que leu, viu, ouviu e sentiu de Veneza.

O enredo de A Gôndola Vermelha se desenvolve em Veneza, em 1590. Isabelle é a mulher mais bonita da cidade. Chegou à região ainda adolescente, vinda do interior da França, para casar-se com um aristocrata riquíssimo, mas sem escrúpulos e da idade de seu pai.

Ela levava uma vida de luxo e solidão. Até o dia em que Giovanni, um gondoleiro, atravessou seu caminho. Com ele, descobre o amor, durante um Carnaval de máscaras, e também descobre a fúria de um marido hipócrita e vil.

Mas, ela decide enfrentar, mesmo que isso possa lhe custar a própria vida. Ou a de seu amor.

 O texto harmoniza uma pesquisa cuidadosa sobre cenários e hábitos da poderosa Veneza do século XVI, centro comercial de uma Europa pré-continental, politicamente falando.

Com uma linguagem coloquial, o romance deixa o leitor ter o melhor dos dois mundos.

As páginas o transportam para outro momento da história, mas permitem que o leitor se identifique com os personagens, que poderiam ser um amigo (ou rival) nos tempos de hoje.

Por vezes, é possível sentir o balanço das gôndolas, a brisa de um passeio no Gran Canale e, em outros trechos, se inteirar sobre o impacto da política da época sobre a vida das pessoas, comuns ou da alta sociedade.

Os bailes de máscara no Carnaval veneziano ganham novos elementos no imaginário do leitor.

Repleto de trechos picantes detalhando os momentos íntimos do romance de Isabelle e Giovanni, é impossível ao leitor não se envolver na estória dos dois e não torcer pelo relacionamento acidental, ainda que ambos não tenham medido as consequências de uma conquista de baile de máscaras.

 

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