Morre, aos 69 anos, o saxofonista amazonense Sérgio Reis

O saxofonista e professor de música Sérgio Viana Reis morreu hoje, aos 69 anos, no Hospital Militar de Manaus, vítima de Covid-19.

Ele foi internado há três semanas com dificuldades para respirar, fez tratamento protocolar para a doença, mas não resistiu à paralisação dos rins e a duas paradas cardíacas, ocorridas hoje pela manhã.

Sérgio nasceu em Parintins (AM), terra da sua mãe, dona Benedita Viana Reis. Herdou a música do seu pai, o saxofonista Crisóstomo Reis, natural de Manacapuru (AM).

Ainda criança migrou para Itacoatiara (AM) e, depois, para Manaus, onde atuou em várias bandas, entre elas, Os aristocratas, referência amazonense de orquestra de salão.

Foi músico da Banda da Polícia Militar do Amazonas, com a patente de 3º Sargento, e da Banda do Exército da Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ).

Na condição de militar da reserva, Sérgio Reis pôde se dedicar inteiramente à música.

E, assim, também gravou um CD com treze faixas de sucessos de várias épocas.

Ele mesmo produziu o seu CD, cujo título é Sérgio Reis: o sax de ouro da Amazônia. O segundo CD ele já deixou gravado.

Só a doença pode parar o seu ímpeto de atender aos convites para tocar em Manaus e nos beiradões amazônicos.

Sérgio deixa viúva, a dona Terezinha de Jesus Borges Reis, sete filhos (três do primeiro casamento, com dona Alcimar Pena Reis, de quem era viúvo), dez netos e quatro bisnetos.

1 comentário
  1. Ivânia Vieira Diz

    Que faça a música da outra vida colocar todas e todos a dançarem por lá.
    Por aqui, ficamos com saudade e tentando seguir adiante.

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