Professora mostra, em vídeo, que a poesia de Bacellar é necessária na sala de aula

O poeta Luiz de Sá Peixoto Bacellar nasceu no dia 4 de setembro de 1928 e morreu em 9 de setembro de 2012, em Manaus (AM).

Neste mês, a cada ano, não são poucas as homenagens dos leitores e admiradores ao poeta mais expressivo da literatura poética amazonense contemporânea.

Este site também não poderia deixar de participar desse movimento espontâneo de celebração da poesia bacellariana, e foi buscar no talento da professora MSc. Dilce Pio Nascimento um exemplo da recepção das obras do poeta nas salas de aula.

Dilce Pio é graduada em Letras (Língua Portuguesa), pela Ufam, e MSc em Educação e Artes, pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA). É professora Escola Superior de Educação/UEA Parintins (AM).

Neste vídeo ela explica como usa a poesia de Luiz Bacellar em sala de aula e como se sente recompensada, profissionalmente, com o entusiasmo dos graduandos e professores em processo de aperfeiçoamento didático.

“Digo sempre: Bacellar é um gênio, embora saiba eue só estou repetindo aquilo que os amantes da poesia dizem sobre ele”, afirma a professora.

Obras

No dia 9, o poeta e ensaísta Elson Farias sublinhou a data de morte do amigo com o livro Luiz Bacellar e sua poesia, publicado pela Editora Valer.

A Editora Valer, pela qual Bacellar editou os seus livros, protagonizou várias manifestações de reconhecimento e apreço ao legado cultural do poeta, iniciativa compartilhada por centena de internautas.

Bacellar publicou os livros Sol de feira (2005), Frauta de barro (2011), Quatuor ( 2006) e Sartóri (2011), todos pela Editora Valer.

Frauta de barro, premiado, em 1959, com o Prêmio Olavo Bilac da Prefeitura do Rio de Janeiro, já se encontra na nona edição.

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