Obra constrói o caminho histórico-literário do Amazonas, diz filósofa

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[…] Acredito que o trabalho iniciado por Paulo Graça e Tenório Telles, concluído por este último, é de referência, por emprestar uma forma de ver e empreender livros significativos para o conhecimento e compreensão de uma realidade comumente negligenciada, vista pela literatura; por oferecer um trabalho estético de crítica e análise literária.

Este estudo é necessário, tendo em vista que não contávamos, nas nossas publicações, com uma obra que percorresse um caminho longo na construção histórico-literária do Amazonas, como encontramos, no caso do Brasil, as de Silvio Romero, Alfredo Bossi e Antônio Cândido, por exemplo.

É longo o caminho percorrido pelos autores deste ensaio: eles dialogam com os escritores do período colonial; Henrique João Wilkens e Tenreiro Aranha, e dos períodos subsequentes:  Lourenço Amazonas, Álvaro Maia, Violeta Branca, com os clubistas da Madrugada – Luiz Bacellar, Alencar e Silva e Astrid Cabral; contemporaneamente dialogam com Márcio Souza, Erasmo Linhares, Simão Pessoa, Rosa Clemente e Cláudio Fonseca […]

Neiza Teixeira, filósofa, coordenadora editorial da Valer, no prefácio do livro Estudos da Literatura do Amazonas (Valer, 2021), de Antônio Paulo Graça e Tenório Telles

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