Clube do Futuro Cientista participa de passeio virtual a centro de pesquisa

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O Clube do Futuro Cientista acaba de retomar as atividades com a Festa Anual das Árvores, data que busca sensibilizar a importância sobre a preservação das espécies.

Nesta sexta-feira (9/4), eles participaram de um passeio virtual pelo Centro de Estudos dos Quelônios da Amazônia (CEQUA).

O clube, que neste ano está fazendo 33 anos, é uma iniciativa do Colégio Martha Falcão.

São ao todo 80 membros que, ao longo do ano, participam de uma série de eventos, como plantio e cultivo de mudas, visitas técnicas, projetos de pesquisa, exposições e campanhas de conscientização.

“Os alunos que fazem parte do clube fizeram um tour e participaram de um bate-papo com pesquisadores sobre curiosidades e dúvidas das espécies de tartarugas da Amazônia e jogos interativos”, informou a coordenadora do Clube do Futuro Cientista, Luciana Gadelha.

Ela ainda explica que, além de mostrar a biodiversidade na região, esta atividade do clube teve como objetivo apontar que a preservação da fauna e da flora Amazônica é a única alternativa para melhorar a qualidade de vida da população e garantir a sobrevivência das futuras gerações.

Quinzenalmente os membros do Clube do Futuro Cientista participam de atividades. A próxima acontecerá no dia 24, onde eles conhecerão o legado da professora Martha Falcão, uma pioneira das causas ambientais, que foi reconhecida em todo o Brasil por sua dedicação, como professora e cientista, à preservação da Amazônia.

“Na ocasião, realizaremos a entrega do kit dos patrulheiros mirins ambientais e o lançamento da campanha de arrecadação de sementes”, adiantou a coordenadora. Outra novidade que o projeto está trazendo este ano é que os pequenos do Pinocchio Centro Educacional também poderão ser membros.

A diretora da Instituições Nelly Falcão de Souza (INFS), Nelly Falcão de Souza, defende que o incentivo à formação de novos pesquisadores nasce nas salas de aula e, por isso, as escolas que fazem parte das INFS buscam incentivar a curiosidade, o gosto por descobertas e pela ciência.

“Através do trabalho desenvolvido no Clube do Futuro Cientista, hoje temos vários alunos que seguiram pela área da pesquisa científica”, orgulha-se a diretora, que acredita que essa consciência desenvolvida ainda na infância faz com que os estudantes cheguem à fase adulta com um olhar crítico da realidade e noção de sua participação em um mundo melhor.

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