Thiago de Mello e Monteiro Lobatos são homenageados no Dia do Livro

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No Dia Internacional do Livro, comemorado nesta sexta-feira (23/4), os escritores Thiago de Mello e Monteiro Lobato foram destaque em live realizada pela Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult) e pelo Conselho Municipal de Cultura (Concultura).

Sobre a importância da celebração, Oliveira invocou um dos ícones da literatura brasileira, Monteiro Lobato, para a abertura do evento cultural.

“Uma das frases mais citadas pelo grande escritor Monteiro Lobato tem como fundamento sua percepção de que o pressuposto para a construção de uma nação esclarecida e cidadã é o conhecimento, por isso afirmava: ‘Um país se faz com homens e livros.'”

A programação da manhã contou ainda com uma palestra do presidente do Concultura, Tenório Telles, que teve como tema Thiago de Mello – uma vida comprometida com o ser humano e a poesia e começou citando grandes intelectuais da história mundial como Platão; São Paulo, o apóstolo; Borges, também sobre o poder e beleza das palavras; e arte literária.

“O poema ‘A vida verdadeira’, que abre o livro ‘Faz escuro mas eu canto’, de 1965, é uma clara evidência dessa arte de juntar o barro das vivências, os mecanismos subjetivos do ser humano e a engenhosidade criativa”, explicou Telles, sobre a obra do poeta Thiago de Mello, nascido no município de Barreirinha (AM).

O recital lírico ficou por conta do ator Leonardo Novelino, gestor do Museu de Manaus, que interpretou os poemas “Cantiga quase de roda” e “A rosa branca”, do livro “Melhores Poemas de Thiago de Mello” e “Seleção”, de Marcos Krüguer.

Além dos poemas “O canto libertador”, de José Seráfico, e “Uma flor para Drummond”, do livro “Acerto de Contas”, de Thiago de Mello.

Encerrando a sessão da manhã, o vice-presidente do Concultura, Neilo Batista, declamou o poema “Canção da Esperança”, um brado em socorro às pessoas que sofrem pela falta de empatia nos dias atuais pelo antagonismo radical de ideias e crenças.

“Neste tempo de morte e de sombras, de guerras e de campos devastados ergo este canto para celebrar a vida e os que tombam pela liberdade”, disse Batista.

 

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