Ufopa desenvolve plano de pesquisa para a Amazônia Legal

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Até 2025, a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) concentrará esforços para fortalecer a pós-graduação e a pesquisa na região do Oeste paraense a partir do Plano de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG), que integra as áreas de biotecnologia, biodiversidade e saúde.

Aprovado no final do ano passado no edital de fomento do Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG – Amazônia Legal), contará com o recurso aproximado de 1,25 milhão da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O valor será destinado a dois projetos, sendo 627 mil para cada um, incluídas 16 bolsas destinadas à pós-graduação em nível de mestrado, doutorado e pós-doutorado.

Assista ao vídeo produzido pela Capes:

As duas grandes áreas de atuação são “Biodiversidade e promoção da saúde na qualidade de vida e no desenvolvimento socioeconômico na Amazônia” e “Consolidação da pós-graduação em Ciências da Saúde com foco em biotecnologia e inovação terapêutica para atenção à saúde”.

Os projetos serão executados pelos Programas de Pós-Graduação em Sociedade, Ambiente e Qualidade de Vida (PPGSAQ) e Ciências da Saúde (PPGCSA), com a colaboração dos programas de Sociedade, Natureza e Desenvolvimento (PPGSND), Biociências (PPGBIO) e Biodiversidade e Biotecnologia da Rede Bionorte (PPG-Bionorte).

Ao integrar essas áreas, a expectativa é propor uma visão da biodiversidade como fonte de conhecimento, renda e qualidade de vida e formar pesquisadores capazes de transformar o conhecimento científico sobre os recursos amazônicos em alternativas sustentáveis, que possam contribuir para a saúde pública e para o ambiente.

Com essa iniciativa, a Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Tecnológica (Proppit) tem como objetivo consolidar os cursos de pós-graduação, aumentando a produtividade e contribuindo para a fixação de pesquisadores na região. Atualmente a Universidade possui 15 programas de pós-graduação, sendo 7 mestrados acadêmicos, 5 mestrados profissionais e 3 doutorados, e 465 alunos ativos. Também se espera aumentar as notas dos programas na avaliação da Capes, que atualmente variam entre 3 e 4, considerado um desempenho de “médio” a “bom”, na escala que vai até 7.

“Nossos principais focos com o PDPG na Amazônia Legal são o aumento das notas dos PPGs e a fixação de um número maior de doutores. O objetivo é melhorar a qualidade da pesquisa na região”, comentou a pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Tecnológica, Lenise Vargas.


Fonte: Ufopa

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