Prefeitura empossa conselheiros que fiscalizam aplicação de verbas do Fundeb

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A Prefeitura de Manaus  realizou, nesta terça-feira, 29/6, a posse dos representantes das Organizações da Sociedade Civil (OSCs), que integrarão o novo Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (CACS-Fundeb).

Conselheiros
André Oliveira da Soledade e Vilma Alves Pessoa: representantes do Poder Executivo municipal;

Raimundo Torres de Albuquerque: representante dos professores da educação básica municipal;

Hellen Cristine de Oliveira Saldanha e Júlio Cesar da Silva de Souza: representantes dos estudantes;

Marcus Libório de Lima: representante do Conselho Municipal de Educação (CME);

Paulo Reinaldo da Silva Bindá: representante das escolas de campo. Joarlison Garrido Melo: representante das escolas indígenas (não participou da cerimônia de posse.

O mandato dos conselheiros é válido até dezembro de 2022.

Todos os cargos contam com suplentes.

Função

O conselho terá a responsabilidade de fiscalizar e acompanhar os recursos do Fundeb investidos na rede municipal de ensino de Manaus.

O secretário municipal de Educação, Pauderney Avelino, agradeceu ao trabalho realizado pelo Departamento de Administração e Finanças (Deafin) da Semed, para a escolha do conselho.

Cerimônia

A cerimônia foi realizada no hall da Secretaria Municipal de Educação (Semed), zona Centro-Sul. Os nomes dos eleitos foram publicados no Diário Oficial do Município (DOM) desta segunda-feira, 28/6, edição 5.128.

O diretor do Deafin, Marcelo Magaldi, exaltou a importância do conselho e disse que a Semed está à disposição para esclarecer dúvidas e ajudar na execução do trabalho dos membros.

Presidente
Após a cerimônia de posse, os membros do conselho, junto com o diretor do Deafin, realizaram a eleição para nomear o presidente. Marcus Libório, que foi o escolhido para ocupar o cargo, destacou sobre a ampliação do grupo.

“Na lei anterior, o conselho contava com 11 membros e agora passou para 16. Nós temos representantes da escola do campo, indígena e sociedade civil, isso é importante para o conselho, porque amplia os agentes do controle social, para ajudar e acompanhar esses recursos. Por isso, é importante a participação de todos os segmentos que compõem o colegiado para cumprir com essas atribuições”, declarou Libório.

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