Projetos da Lei Aldir Blanc estimulam economia criativa no Amazonas

Compartilhe:

Entre abril e junho, realização de 145 projetos artísticos impulsionaram o mercado da economia criativa para artistas, produtores e técnicos, com o apoio Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, em diferentes frentes.

Essas iniciativas foram contempladas nos editais Prêmio Feliciano Lana, Equipa Cultura e Prêmio Encontro das Artes, por meio da Lei Aldir Blanc.

A efervescência cultural que a Lei Aldir Blanc proporciona uma diversidade de atividades, a maioria no formato on-line, como lançamentos de livros, webséries, documentários, cursos formativos, apresentações musicais, espetáculos de dança, teatro e mostras de artes visuais.

 

Grafismo inspirado na cultura da etnia Sateré-Maué, em Parintins.

Além da capital, os editais alcançaram 40 municípios, como:

  1. Envira
  2. Iranduba
  3. Itacoatiara
  4. Lábrea
  5. Manicoré
  6. Maués
  7. Parintins
  8. Presidente Figueiredo
  9. São Gabriel da Cachoeira
  10. Benjamin Constant
  11. Manacapuru
  12. Codajás
  13. Borba
  14. Novo Airão
  15. Tefé
  16. Novo Aripuanã
  17. Humaitá
  18. Tabatinga
  19. Alvarães
  20. Anamã
  21. Anori
  22. Autazes
  23. Barcelos
  24. Barreirinha
  25. Beruri
  26. Boa Vista do Ramos
  27. Boca do Acre
  28. Caapiranga
  29. Careiro Castanho
  30. Careiro da Várzea
  31. Coari
  32. Manaquiri
  33. Nhamundá
  34. Nova Olinda do Norte
  35. Pauini
  36. Rio Preto da Eva
  37. Santa Isabel do Rio Negro
  38. São Paulo de Olivença
  39. São Sebastião do Uatumã
  40. Silves.

Em Manaus, entre os destaques está o documentário Bayaroá, que vai ser lançado nesta quinta-feira (15/07), às 15h, no Centro Cultural Povos da Amazônia, no Distrito Industrial.

O filme conta a trajetória do cacique Justino Pena na busca para manter vivas as tradições do povo Tukano.

O lançamento vai contar ainda com a apresentação do grupo Bayaroá.

A exposição Na Sintonia do Rádio, da antropóloga e diretora teatral Nonata Silva, inaugura nesta quinta-feira (15/07), a partir das 9h, na reabertura do Palacete Provincial, localizado na Praça Heliodoro Balbi. A mostra contempla três recortes específicos que destacam a invenção, as primeiras transmissões, rádios antigos, as radionovelas e toda a diversidade de timbres e sons das rádios locais.

Parintins sediou iniciativas como o monumento artístico Eu Amo Parintins, produzido pelo Coletivo de Artistas e Estudantes (Artrua); Excultura, do artista Iran Martins, que apresenta esculturas em grande proporção pela cidade; a live Eletroboi, da cantora Márcia Novo, realizada no píer do Kwati Club, às margens do Lago Macurany; Boriwi – Mundo dos Falecidos, de Levi Gama, uma homenagem às lideranças indígenas falecidas por conta da pandemia de Covid-19 e Grafismo em Alto Relevo Sateré-Mawé”, produzido pelo coletivo Buriti.

Graffiti Feminino Ypai Waina, em Presidente Figueiredo

Presidente Figueiredo foi cenário para o Festival de Graffiti Feminino Ypai Waina e para o curta Cachoeiras da Amazônia, e Novo Aripuanã foi representado pelo livro História do Nosso Povo, de Francisco Carlos, pela primeira edição da Mostra de Arte Digital e o Festival de Lendas.

Já Tefé contou com a Mostra de Cinema do Médio Solimões; Silves, com a Oficina de Poesia: Antologia Poética de Silves; Rio Preto da Eva, com a Mostra Cultural Afro-brasileira; e Maués, com o Cine Vagalume, cineclube para crianças e adultos.

Divulgação

O secretário Marcos Apolo Muniz destaca que a pasta oferece serviços aos trabalhadores como apoio em todo o processo da lei, desde o suporte à realização do Cadastro Estadual de Cultura, liberação de espaço até a divulgação na Agenda Virtual, no Portal da Cultura (cultura.am.gov.br).

Arte graffiti, em Itapiranga

Segundo ele, um canal de atendimento também está disponível para acompanhamento de cada etapa do processo.

“O setor começa a se movimentar com a ajuda que recebeu da Aldir Blanc, e estamos acompanhando a execução dos projetos em Manaus e no interior, seguindo o compromisso de aproximação com os dirigentes e fortalecimento das políticas culturais desses lugares. Desta forma, contribuímos com um número significativo de propostas”, afirma o secretário.

Marcos Apolo explica que os equipamentos culturais administrados pelo Estado estão com pautas abertas para exposições e apresentações. Entre os espaços estão Teatro Amazonas, Palacete Provincial, Galeria do Largo, Casa das Artes e os centros culturais Palácio Rio Negro, Palácio da Justiça e Povos da Amazônia.

FOTOS: Michael Dantas e Divulgação (Grafismo em Alto Relevo Sateré-Mawé e Bayaroá)

Compartilhe:

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.