UEA e Polícia Militar fazem parceria para criar aplicativo Maria da Penha

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O reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), professor Dr. Cleinado de Almeida Costa, esteve reunido na manhã desta segunda-feira (13), com oficiais da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) e a mestre em Segurança Pública, Cidadania e Direitos Humanos da UEA, Cynthia Mendonça, para tratar de um Termo de Cooperação Técnica entre as entidades públicas.

O trabalho em conjunto será para desenvolver um aplicativo do programa ‘Ronda Maria da Penha’.

O ‘Ronda Maria da Penha’ é o produto da dissertação de mestrado da UEA, que está sob o título ‘O combate ao feminicídio na cidade de Manaus a partir da política pública de enfrentamento ao descumprimento das medidas protetivas da Lei Maria da Penha’.

A autora da tese e membro da Comissão da Mulher Advogada da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AM), Cynthia Mendonça, explica que durante a sua pesquisa foi detectada a realização de alguns procedimentos importantes do programa.

“O ‘Ronda Maria da Penha’ tem papel fundamental na fiscalização do cumprimento das medidas protetivas realizadas de forma manual, desse modo um aplicativo aperfeiçoará esse procedimento, além de reduzir tempo e reduzir custos”, pontuou.

De acordo com a capitã da PM Franciane Clesia Oliveira, a implantação do aplicativo era um desejo antigo da corporação, tendo em vista a criação de um mecanismo com agilidade para ajudar nas ocorrências.

“Todos os dados hoje são feitos manualmente. Com esse aplicativo, o trabalho será executado com mais eficiência, sem contar a agilidade no acesso aos dados com as informações que produzimos, pois há conteúdos muitos importantes que podem ser utilizados pelos pesquisadores “, disse.

Ronda Maria da Penha

O Ronda Maria da Penha da PMAM realizado em parceria com a Polícia Civil, por meio das Delegacias Especializadas em Crimes contra a Mulher (DECCM), já atendeu 1,2 mil vítimas de violência doméstica em seis anos, auxiliando as mulheres a romperem com o ciclo de violência.

Além da segurança das vítimas, a unidade policial realiza visitas regulares às residências e busca de pertences escondidos por antigos companheiros, efetua prisões em flagrante, além de promover palestras e cursos.


Fonte: UEA/Ascom

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