Artista plástico Jaider Esbell, 41 anos, é encontrado morto, em São Paulo

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O artista plástico macuxi Jaider Esbell, de 41 anos, foi encontrado morto no apartamento em que morava no estado de São Paulo, na tarde desta terça-feira (2/10).

Jaider estava com a exposição Moquém Surarî: arte indígena contemporânea, coletiva, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), desde setembro.

A mostra que fica disponível ao público até o final do mês de novembro, reúne pinturas, esculturas, e obras referentes a diversos povos indígenas.

A exposição foi promovida pelo MAM e a Fundação Bienal de São Paulo

Conforme relatos de amigos, o artista estava vivendo o melhor momento da sua carreira.

Nascido em Normandia, na região hoje demarcada como a Terra Indígena Raposa Serra do Sol, Jaider Esbell estava entre as figuras centrais do movimento de consolidação da arte indígena contemporânea no Brasil.

Ele desempenhava as funções de artista, curador, escritor, educador, ativista, promotor, catalisador cultural e atualmente era também um dos grandes destaques da 34ª Bienal de São Paulo, onde apresentava obras como a série de telas A Guerra dos Kanaimés e o livro Carta ao Velho Mundo.

Fonte: Folha BV

Repercussão

Há notícias sim que não conseguimos escrever por causa das mãos trêmulas e coração desolado. O grande artista, curador, escritor, educador, ativista, promotor e agitador cultural Jaider Esbell, do povo Macuxi, da Raposa Serra do Sol, de Roraima, nos deixou. Seguiu para o seu honori eterno. Não tenho detalhes. Meus sentimentos a nação Macuxi, a Daiara Tukano, seus amigos e fãs. Foto de Alberto César Araújo (editor de fotografias da agência Amazônia Real)

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