Manifestação denuncia destruição do Corredor Ecológico do Tarumã

Compartilhe:

Com faixas, cartazes e manifestações artísticas e culturais, moradores, artistas e pesquisadores, assim como simpatizantes da causa ambiental, realizaram, na manhã desta segunda-feira (15), um ato em defesa da preservação do Corredor Ecológico do Tarumã, ameaçado pelas obras de duplicação da Estrada do Tarumã/Avenida do Turismo.

O ato contou com as bênçãos das águas feitas por pajés da etnia tuiúca e pelo padre jesuíta Sandoval Alves Rocha, que pediram a proteção dos deuses contra a grave ameaça que está se concretizando a partir da intensa ocupação territorial e a transformação ambiental ocasionada pelas obras de duplicação do Anel Sul e da Avenida do Turismo,

Entre os manifestantes, a moradora Juliana Belota, da Associação dos Moradores e Amigos do Corredor Ecológico das Cachoeiras (AMORC), que anunciou a entrega de uma carta denúncia ao Ministério Público do Estado (MPE-AM), pedindo providências pela forma com que as autoridades da área municipal e estadual estão agindo naquela área, ignorando completamente as características ambientais.

Juliana lembrou que o Tarumã é uma das poucas reservas naturais da cidade que abriga espécimes como o sauim-de-coleira e outros animais ameaçados de extinção já prejudicados com as obras das avenidas das Torres e Flores, perdendo espaços dos seus habitats.

A AMORC anunciou a entrega de uma carta denúncia ao Ministério Público do Estado (MPE-AM), pedindo providências pela forma com que as autoridades da área municipal e estadual estão agindo naquela área, ignorando completamente as características ambientais.

Os membros da associação lembraram que o Corredor Ecológico do Tarumã é um dos poucos redutos do macaco sauim-de-coleira, ameaçado de extinção na cidade de Manaus.

A manifestação contou com a apresentação de cultural da Cia Vitória Régia, Arte&Comunidade, Cia de Dança Uate e Parque das Tribos e Parque das Nações.

Compartilhe:

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.