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Mesmo diante de tanto descaso pela vida, vindo daqueles que deveriam protegê-la, há sinais de que eles passarão – e que não não passarão impunemente.

Quanto à vida,  ela continuará pulsando no conto do passarinho, no desabrochar da flor ou no choro do curimim e da cunhantã que acabam de ser entregues à luz.

Que 2022 renove a esperança por um outro mundo.

 

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