Jornal da Unesp publica série sobre cotas étnico-raciais no Ensino Superior

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Série de reportagens do Jornal da Unesp vai apresentar panorama da adoção de cotas étnico-raciais no ensino superior brasileiro, apresentando histórico da luta por sua implementação, pesquisas que avaliam seus efeitos e propostas de aprimoramento

A lei 12.711, que instituiu a adoção de ações afirmativas para ingresso nas universidades federais, completará uma década neste ano de 2022.

O próprio texto da lei prevê que, após dez anos, o legislativo Federal deverá se reunir para debater a conveniência de perpetuar ou não essa importante ferramenta de inclusão no ensino superior. Desde o ano passado, vêm se multiplicando as iniciativas tanto para defender a lei como para revogá-la.

No Congresso Nacional já há dezenas de projetos de lei prevendo desde sua interrupção até sua prorrogação por mais dez anos (ou mais), passando por diferentes fórmulas de aprimoramento ou ampliação.

O Jornal da Unesp começou a publicar desde essa terça-feira (12/1) uma série de três reportagens apresentando a origem, os problemas e os resultados da adoção do sistema de cotas étnico-raciais no ensino superior público brasileiro.

O fato é que, como mostra a primeira das reportagens, sem a pressão exercida pelo movimento negro, a proposta de instituir cotas étnicas nos vestibulares para ingressar no ensino superior público brasileiro permaneceria apenas como uma ideia, talvez interessante, porém esquecida nos escaninhos dos parlamentos, tribunais, governos – e, também, nos conselhos universitários.

A segunda reportagem compila as diversas críticas de que as cotas étnico-raciais foram alvo desde que o tema emergiu no debate público, das mais virulentas às mais dissimuladas e pretensamente sofisticadas.

E apresenta as principais respostas que uma série cada vez mais volumosa de estudos e pesquisas têm ofertado ao debate qualificado, demonstrando o quão exitoso tem sido esse processo de abertura das universidades àqueles que sempre foram deixados para trás. Por fim, o terceiro texto apresenta as propostas de melhoria e ampliação da legislação.

Acesse: Jornal da Unesp

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