Artistas retornam ao Largo de São Sebastião para interagir com a população

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Pintores, escultores, grafiteiros, músicos, artistas circenses, fotógrafos, poetas e desenhistas retornarão ao Largo de São Sebastião, no entorno do Teatro Amazonas (Centro), para praticar suas habilidades artísticas com a participação da população.

Eles fazem parte do projeto Pintura ao Vivo no Largo, interrompido por dois anos, em razão da pandemia da Covid-19. As atividades ocorrerão das 8h às 12h, nos dias 17 e 24 de abril e 1º e 8 de maio.

Segundo a curadora Rosa dos Anjos, presidente da Associação de Cultura do Estado do Amazonas, é importante que o público, tanto moradores de Manaus quanto turistas, tenham acesso à produção artística local.

“A primeira edição do ‘Pintura ao Vivo no Largo’ aconteceu em 2014 e teve Moacir Andrade como padrinho. Desde lá, diversos momentos marcaram o projeto e transformaram a vida de inúmeros artistas, que ganharam visibilidade e conquistaram espaço de destaque em exposições nacionais e internacionais”, afirma Rosa dos Anjos.

A curadora acrescenta que mais de 150 artistas já participaram das edições anteriores e, em 2022, a iniciativa traz diversos fatores que enobrecem a classe artística, revelando a consolidação desta mostra de artes integradas, que é também uma conquista da sociedade.

O produtor cultural Wagner Moreira destaca que a cultura mostra o potencial para transformar e impactar a sociedade neste momento de retomada. E destaca que, diante do cenário pandêmico, a cultura se apresentou como um elemento imprescindível para a saúde mental e, o que antes era apenas uma opção, tornou-se algo indispensável na vida das pessoas.

“A cultura e a economia criativa estão diretamente associadas à geração de emprego e renda, educação, sustentabilidade e outros fatores inerentes à sociedade. Neste contexto, o ‘Pintura ao Vivo no Largo’ assume este compromisso social, na construção de um movimento transformador”, avalia o produtor.

Projeto

O projeto é realizado com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, que almeja apresentar ao menos 80 artistas, da capital e do interior, com diferentes linguagens e técnicas artísticas.

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