Estação Liberdade abre pré-venda para Beleza e tristeza de Yasunari Kawabata

Compartilhe:

A Editora Estação Liberdade abriu a pré-venda para o livro Beleza e tristeza, Yasunari Kawabata (1899-1972) e traduzido do japonês para a língua portuguesa brasileira por Lídia Ivasa. Trata-a do último romance escrito por Kawabata, prêmio Nobel de Literatura em 1968.

Nessa obra o leitor e a leitora poderão acompanhar Oki Toshio, um romancista de sucesso, que depois de ver uma foto de sua antiga amante, Otoko Ueno, em um artigo de revista, se sente atraído a voltar para a cidade de Kyoto e contemplar a tradicional celebração de Ano-Novo enquanto tenta se reconectar com seu antigo caso.

Sem contato há mais de vinte anos, no reencontro, ele tem outra vida, ela não é mais uma adolescente, e novos personagens fazem com que a relação deles seja retomada de maneira diferente e com novas complicações.

O enredo de Beleza e tristeza conta a história das consequências duradouras de um breve caso de amor. Embora muito envolvente e difícil do leitor largar, não dá conta da grandeza do livro.

Suavemente lírico, mas feroz, com intensidade, paixão e uma narrativa no estilo característico de Kawabata, traz sutilmente à tona questões de tradição e modernidade.

Pré-venda com 15% de desconto!

Sobre o autor

Prêmio Nobel de 1968, Yasunari Kawabata é considerado um dos representantes máximos da literatura japonesa do século XX.

Nasceu em Osaka, em 1899. Após uma infância solitária e sofrida, interessou-se cedo pelos clássicos japoneses, que viriam a ser uma de suas grandes inspirações.

Kawabata estudou literatura na Universidade Imperial de Tóquio e foi um dos fundadores da Bungei Jidai, revista literária influenciada pelo movimento modernista ocidental. Acompanhado de jovens escritores, defenderia mais tarde os ideais da corrente neossensorialista (shinkankakuha), que visava uma revolução nas letras japonesas e uma nova estética literária, deixando de lado o realismo em voga no Japão em prol de uma escrita lírica, impressionista, atravessada por imagens nada convencionais.

Ao contrastar o ritmo harmônico da natureza e o turbilhão da avalanche sensorial, Kawabata forjou insólitas associações e metáforas táteis, visuais e auditivas que surpreendem diante do cotidiano, numa composição com tons levemente surreais de elementos de cultura e filosofia do Oriente, personagens acuados e cenários inóspitos.
Sua obsessão pelo mundo feminino, sexualidade humana e o tema da morte (presente em sua vida desde cedo, sob a forma da perda sucessiva de todos os seus familiares)

Compartilhe:

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.